O dia em que você descobrir que é rico
Não, você não ganhou na loteria. A não ser que você seja dono de um frigorífico, tenha 66 anos e more em São José do Herval, no Vale do Taquari – Rio Grande do Sul.
Mas você também é rico. E quanto mais usa sua ‘riqueza’ sem um propósito sensato, mais destroi o planeta e a si mesmo. Vou explicar…
Sem apelar para o discurso do caos, é notável que o planeta está em crise. Não é preciso pensar muito para perceber que algo está errado. Efeito estufa, terremotos, chuva ácida, aquecimento global, revolta da natureza, consumo desequilibrado, ar poluído, crise da água… A lista é grande!
Certa vez, alguém disse que “o fato de você não poder fazer tudo não quer dizer que você não pode fazer alguma coisa”.
Mas a maioria está esperando que alguém faça alguma coisa. Outros deixam a situação à mercê da sorte, confiando que “o acaso” resolverá… Também temos iniciativas como o One Day on Earth, SWU Music + Arts Festival 2010 (que termina hoje) e o End Poverty 2015, projeto organizado pela ONU, que estabelece 8 desafios globais para o fim da pobreza até 2015. A lista de iniciativas também é grande!
Entendo: problemas globais exigem soluções globais. Mas o que falar das “pequenas soluções” encontradas dentro da nossa casa?
Alguns dias atrás, faltou água em mais de 160 bairros de Goiânia. Nos sete anos em que moro na cidade, nunca vi coisa igual. O calor trazido pela baixíssima umidade do ar e a falta de chuva contribuíram para que a Saneago racionasse a água. Foram 3 dias consecutivos.

No mesmo dia, fiquei refletindo sobre a palavra “benção”. Quando leio na Bíblia, em I Timóteo (primeira carta do apóstolo Paulo enviada a Timóteo), relembro que Deus abençoa pessoas. E faz isto por uma razão: para que possamos compartilhar com outros. Falando mais francamente? Ajuda é bem aceita em quase toda situação, cultura, credo, princípio, ideologia ou estilo de vida.
“Aos que têm riquezas neste mundo, que não sejam orgulhosos e que não ponham a sua esperança nessas riquezas, pois elas não dão segurança alguma. Que eles ponham a sua esperança em Deus, que nos dá todas as coisas em grande quantidade, para o nosso prazer! Mande que façam o bem, que sejam ricos em boas ações, que sejam generosos e estejam prontos para repartir com os outros aquilo que têm. Desse modo, eles juntarão para si mesmos um tesouro que será uma base firme para o futuro. E assim conseguirão receber a vida, a verdadeira vida”.
(I Timóteo 6:17 a 19 – BLH)
Sempre pensei que essas palavras fossem para outras pessoas, ou seja, para os ricos (daquela ou desta época). A maioria tem dinheiro, propriedades, automóveis. Aliás, 10% da população mundial tem carros enquanto os outros 90% apenas ficam “olhando a roda girar”. E não importa qual o carro…
Cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo não têm água potável. Você e eu pegamos um copo, abrimos o filtro e temos água para matar a sede, cozinhar, provavelmente desperdiçar. Essas pessoas devem olhar para nós e pensar: “Uau, eles são ricos. Deve ser muito bom viver assim”.
O problema da água é apenas um entre vários. Muitos estão morrendo de fome neste exato momento e outros não terão o que comer hoje.
Talvez você olhe ao redor e pense: “isso não é pra mim porque conheço pessoas que têm muito mais”. Só que para o resto do mundo, você e eu somos a “última moda”. Eles dariam tudo para estar em nosso lugar, andando em nosso carro, morando em nossa casa, tendo nosso emprego, família e vida social. A boa notícia é: se ainda há dor na consciência, então há o que ser feito. O que parece pouco e ultrapassado para nós, é suficiente para o resto do mundo.

Não se iluda! Tudo o que você e eu possuímos é uma dádiva. O estudo, o emprego, a saúde, os bens materiais, a família… nada é mérito humano. Alguns até dão “um jeitinho” de “fazer por merecer”. Entretanto, tudo que temos, se é que temos mesmo, é porque Deus nos concedeu. Inclusive, o próprio fôlego que você acabou de gastar usar.
Fica uma pergunta: Por que Deus, com toda a Sua bondade, não ajuda o resto do mundo? Ora, Ele está ajudando. Toda vez que você reconhece o quanto é falível, Deus entra em ação. Afinal, Ele não vai fazer aquilo que podemos fazer com nossas forças. O Todo-Poderoso tem este título porque é eternamente especialista em fazer o que ninguém mais faz.
Crédito das imagens: Stuart Pilbrow, Daniel Mitsuo e Sherman Tan.
Corpo humano em microfotografias
Imagens encantadoras e magníficas do corpo humano, revelando a preciosa criação divina. Vale a pena refletir!
Células vermelhas do sangue

Ponta de um fio de cabelo danificado

Células dos pêlos de uma orelha

Vasos sanguíneos emergindo do nervo ótico

Neurônios

Papila gustativa

Coágulo sanguíneo (a parte mais clara é um leucócito)

Alvéolos pulmonares

Mucosa do intestino delgado

Óvulo humano sobre a cabeça de um alfinete

Espermatozoides tentando fecundar o óvulo

Óvulo fertilizado, com alguns espermatozoides remanescentes

Embrião humano de seis dias alojado na parede do útero

Graças Te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as Tuas obras são admiráveis, e a minha alma sabe muito bem disso!(Salmo 139:14)
Fonte: Blog Criacionista (Michelson Borges)
Cajú, jabuticaba e um dia de criança

Aproveitando o feriado de 12 de outubro, viajei com minha esposa até Jaraguá (GO), para descansar um pouquinho na casa da sogra. Faltando poucos dias para as minhas férias, foi bom tirar algumas horas para sair da rotina e começar a entrar no clima de férias.
O sol brilhava forte no céu. Era quase hora do almoço e fui convidado a visitar um cajuzeiro num sítio por perto.
A princípio desejei continuar sentado com meu laptop no colo, enquanto preparava um novo texto para o blog. Mas aceitei o convite e fomos à caça do cajú.
No sítio eu conheci a família que paga R$ 2 mil reais pra morar de aluguel, entre cajús, jabuticabas, laranjas, hortaliças, etc. Fiquei impressionado com a simplicidade daquelas pessoas que, sem saber, têm mais riqueza debaixo de seus pés do que muita gente que ‘pisa elegante’ neste mundo.
Fazia tempo que eu não via um pé de jabuticaba. Mas o Gabriel, de sete anos de idade, vê todo dia. A hora que ele quiser. O quanto ele quiser. Foi ele que me guiou até a árvore e, pra minha frustração, tinha apenas uma jabuticaba.
Que saudade eu senti… Saudade do tempo em que eu era criança. Tempo em que também cresci cercado de árvores, frutas e pássaros.
Na infância, eu fabricava meus próprios carrinhos de madeira e os arrastava pela areia sob a sombra das jabuticabeiras. Bons tempos…
Mas o tempo passa, e a vida continua — mais corrida, mais agitada e digital!
Depois de vários cajus (não tão amarelos como aqueles que eu conseguia na infância), pensei comigo: “será que as gerações Y, Z e sabe se lá, têm esta mesma oportunidade?”. Em pleno século 21, em que temos tantas redes sociais, aplicativos, widgets, mashups, [...] essas gerações terão algum contato real com uma jabuticabeira? E um cajú?
Subir no cajuzeiro (e ver o quanto eu estava desarticulado) foi bom. Trazer os cajus me deixou feliz. Mas estar naquele sítio me fez melhor. Porque voltei no tempo por alguns minutos e percebi que, para ser feliz, basta viver a simplicidade. Uma vida com propósito e objetivos, mas uma vida de simplicidade.
São nas coisas simples da vida que aprendemos a valorizar quem somos, o que e por que fazemos. São nas coisas simples da vida, com a felicidade de uma criança, que aprendemos a ser adultos. E reaprendemos a viver!
O meu presente? Ganhei um balde de cajú, uma jabuticaba, uma laranja e uma eterna certeza de que viver é bom demais!
Feliz Dia das Crianças!
Mais de 48% das pessoas acreditam mais em Deus do que nos médicos, diz pesquisa
Uma pesquisa realizada por alunos de biomedicina da Faculdade Maurício de Nassau, em Recife, revelou que 48,7% das pessoas acreditam mais na fé em Deus para alcançar a saúde contra 6,7% que creem mais nos médicos. Em entrevista, médica diz que não acredita em milagres.
“Você acredita mais na fé em Deus ou na medicina para a cura de uma doença grave?” A pergunta foi feita a 818 recifenses e a resposta da maioria deles surpreendeu os autores da pesquisa Saúde, Vida e Valores, realizada por alunos de biomedicina da Faculdade Maurício de Nassau.
O estudo revelou que 48,7% das pessoas acreditam mais na fé em Deus para alcançar a saúde contra 6,7% que creem mais nos médicos. Outros 44,4% citaram que confiam na fé em Deus e na medicina ao mesmo tempo para se curarem. O levantamento traz também a opinião do recifense sobre outros temas polêmicos, como transplante de órgãos e tecidos, doação de sangue, eutanásia e pesquisas com células-tronco.
Fonte: Diário de Pernambucano
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