Estar ou ser online?
“Estar online” é um termo que poderia aparecer no dicionário, humn?! Na verdade, está mesmo no dicionário. Na grande Wikipedia (a enciclopédia livre que continua revolucionando o conhecimento humano) encontramos definição para “estar online”. E quem já usou MSN Messenger, GTalk e tantos outros, sabe bem o que é isso. Nesses comunicadores instantâneos é comum ver seus amigos quando “ficam online”.

Não quero frustrar suas expectativas sobre o futuro e passa longe de mim ser um “exato conhecedor do amanhã”. Basta um pouquinho de observação para perceber o que vou falar: somos cada vez mais online!
E não precisa falar das telas de eletrônicos cada vez menores, equipamentos mais portáteis, informação mais rápida, etc. É suficiente lembrar das redes sociais fora da Internet (relacionamento, troca de interesses, conhecimento compartilhado, etc). O que sempre fizemos ‘offline’ está se reproduzindo no ‘online’. E a recíproca é verdadeira.
Para entender melhor
Recentemente, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) anunciou os resultados da 5ª Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil — TIC Empresas 2009. Conduzido pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), o levantamento revelou que 65% das empresas utilizam a tecnologia celular. A pesquisa registrou também o crescimento expressivo da conexão via celular ou modem 3G, que passou de 4% em 2006 para 10% em 2009.
Outro fator que chamou a atenção é o número crescente de empresas que utilizam conexões sem fio – 41% citaram que adotam este tipo de conexão. Ao contrário do que muitos pensam, em vez de substituir, essas tecnologias vêm para somar com outros tipos de conexão.
E olha que o exemplo fala apenas de empresas. O que dizer das pessoas em geral? E da ‘internet das coisas’?
Enquanto isso
Fui buscar um material impresso numa gráfica dias atrás. Enquanto criticava olhava um panfleto na sala de espera, ouvi um técnico que consertava uma das máquinas conversando com o designer. “Moço, o povo não tem o que fazer e fica vendo vídeo no YouTube, falando de tecnologia. Até a televisão agora pede pra acessar esse tal de Twitter”, lamentava. Quase pulei da poltrona e fui até o cidadão. Mas o bom senso permitiu que minha opinião se transformasse apenas neste post. Do contrário, os esforços teriam sido em vão. Quando o problema é cultura digital, tempo, silêncio e engajamento são “anti-inflamatórios”.
Ao contrário do que pensa o técnico lá da gráfica, as pessoas têm o que fazer. E muito! A diferença está nas vias de realização… Uns assistem na TV a cabo, outros no YouTube, outros ainda apenas na TV aberta. Uns jogam futebol no campo, outros no Play Station ou até mesmo Bola no Facebook. E só pra registrar, há os que usam Twitter, os que só fofocam nas rodinhas de amigos e os que fazem as duas coisas ao mesmo tempo. Todo esse arsenal de redes, ferramentas e aplicativos nos permitem ampliar o que já fazemos há muito tempo – aprender, criar, resolver e se divertir. São novas maneiras derivadas das mudanças ao nosso redor. Algumas delas acontecendo em nós mesmos.
Quer exemplos? Os atuais órgãos de pesquisa geológica utilizam o Twitter para se informar sobre terremotos. Um astronauta, diretamente do espaço, já pode publicar fotos na Internet. Em São Paulo, com tantas vendas de telefone celular, os números de celulares terão dez dígitos, já que as combinações de oito ficaram escassas.
E a Copa do Mundo, hein?! Teremos Tivemos a primeira edição em tempos de redes sociais na Internet, impactando a maneira como nos divertimos com o futebol. Nem o mundo animal escapa: as vacas russas ganharam TVs com tecnologia LED para produzir mais leite. O fazendeiro dono da estranha interessante ideia, acredita que os animais ficarão mais animados com imagens de pastos reproduzidos digitalmente.
Pra frente e sempre
Se você pensa que vida digital é um novo estilo de viver, engana-se. Isso já existia no século passado! Em 1986, época em que muitos não sabiam o que era computador, as redes sociais já eram matéria das revistas especializadas.
Então, na próxima vez que você passear ouvindo música baixada da web num iPod conectado ao carro, ouvir o palestrante falando enquanto alguém comenta via Twitter ou ver um filme em 3D, reflita: “ser” está substituindo o “estar”. Se depender da velocidade das mudanças, em pouco tempo a única semelhança entre os dois conceitos será a palavra terminada em “R” – e ainda assim, ‘R de revolução’.
* Este post foi originalmente redigido para o Blog da Tron, publicado nesta página.
Tron Legacy (coming soon)
Vem aí o filme Tron Legacy.
Lançado em 1982, Tron é um filme que se destacou por seu visual, sendo um dos primeiros a utilizar efeitos de computação gráfica de forma tão ampla. E por incrível que pareça, a aposta pioneira nesse formato foi da Disney.
Como era de se imaginar, a nova sequência será lançada em 3D!
Veja o Trailer:
Tron Legacy é um show de técnica e visual, com conceitos de tecnologia e humanização que influenciaram gerações.
Os fãs da série House, que já conhecem a beleza singular de Olivia Wilde, vão empolgar com a presença da atriz nesta nova sequência. O filme estreia em 17 de dezembro (no Brasil).
Falando mais ou menos nisso…
Olha a deixa especial que separei pro pessoal de outra marca Tron…
Trocadilhos são meio insanos, eu sei. Mas já que a Tron realiza neste final de julho seu famoso Encontron (Encontro Motivacional Tron), acho que vale deixar uma homenagem aos amigos que tenho por lá.
Festa Tronina
No próximo dia 24/06, a Tron vai realizar mais uma edição da famosa Festa Tronina. E novamente estarei por lá, sorrindo e compartilhando bons momentos com os colaboradores Tron.
2º ETCGO – Encontro de Twitteiros Culturais de Goiás
No dia 30 de março, Reilly Rangel (fundador e diretor do Grupo Tron) e eu fomos convidados para participar do 2º ETCGO.
Ambiente descontraído, público jovem, ao som de música ao vivo… Este foi o cenário para apresentarmos o case da Tron nas Mídias Sociais.
Para ver algumas fotos do evento, clique aqui.
Reilly apresentou um pouco da história da empresa, ressaltando a atenção dedicada a novas tecnologias sociais e ideias inovadoras, ao longo dos anos.
Eu comentei um pouco da estratégia que utilizo na gestão da marca junto à socialmedia e as ações de marketing e comunicação realizadas nas redes sociais.
Após a apresentação, troquei ‘figurinhas’ com interessados e revi alguns colegas comunicadores/marqueteiros de Goiás.
Apesar do “fumódromo 2.0″ (compartilhamento de fumaça de cigarro – ativa e passivamente) e de alguns tagarelas anônimos (você nunca sabe de onde vem o barulho), o evento valeu a pena!
Obrigado ao @Renato Serra, @AndredeMoraes, @LudsCosta e toda equipe organizadora. Nos vemos na próxima, se Deus quiser!
Cresce o número de políticas de uso das mídias sociais

Com o crescimento das mídias sociais, muitas empresas buscam controlar organizar melhor a participação nas redes. E isso é extremamente natural, principalmente em inovações tecnológicas.
O tema ainda traz mais perguntas do que respostas. E destas poucas respostas, algumas oportunidades aparecem. Uma prova disso são os profissionais de mídias sociais (designers, analistas, gerentes, etc.). Mais do que passar o dia navegando e interagindo no Facebook, Orkut, Twitter, etc., o maior desafio para esta nova carreira é encontrar um modelo coerente de interação nesses ambientes. Ainda é cedo para dizer o que realmente funciona ou não, pois muita coisa está por vir!
Mas a tendência procede. Empresas têm investido tempo e dinheiro na busca por informações, modelos de negócios e ideias que garantam, pelo menos, um ponto de partida.
Um bom exemplo é o case da loja de sapatos Zappos.com. A empresa incorporou a cultura colaborativa das mídias sociais em sua estrutura empresarial, e aliou isso às ações de marketing online. A consequência foi a arrecadação exorbitante de US$ 1 bilhão, ainda em 2008. Sua estrutura de blogs (com conteúdo produzido pelos próprios funcionários) conta com posts que vão desde assuntos comerciais até dicas de saúde e moda.
A Intel trilhou caminho parecido ao publicar as Diretrizes da Intel para Mídias Sociais, que reforçam o Código de Conduta e a Política de Privacidade da empresa.
A Direct Labs se posicionou como “Oráculo das Mídias Sociais”, mesmo que seja disfarçado de FAQ – Perguntas Frequentes. A estratégia vale o clique!
A Rede Globo, preocupada com atores que distribuíam conteúdo relacionado às produções da emissora, fotos ou informações ainda exclusivas, também se posicionou.
A Tron também não ficou pra trás. Em junho de 2009, tornou-se a primeira empresa de tecnologia e desenvolvimento de softwares a usar o Twitter dentro dos sistemas. Três meses depois participou do “Seminário Info – Twitter, Orkut e Flickr”, evento em que também estive presente. E na virada de ano, a Tron lançou a Política de Uso das Mídias Sociais e os Blogs Tron.
Nestes tempos pós-modernos em que vivemos, é contagiante a velocidade com que as informações trafegam: em blogs, sites, redes sociais, mashups, mobile, etc.
Com tantas mudanças acontecendo ao mesmo tempo, é natural que apareçam cada vez mais as “políticas”, numa reação quase imediata de absorver o máximo de vantagens, correndo o mínimo de riscos. Para alguns, isso é tranquilidade. Para outros, incômodo.
O mais importante é perceber que as pessoas gostam de interagir ‘dentro’ da aldeia global de Marshall McLuhan. Todos querem falar, haja uma maneira ou não.
Até porque o “jeito certo” infelizmente está perdendo vez para o “jeito relativo”. Portanto, esteja preparado!
“Lá, aqui ou aí” tornou-se o palco preferido para fazer críticas, dar a volta por cima, obter conhecimento ou simplesmente se divertir.
Imagem: Reprodução
Tron leva o Twitter para dentro dos sistemas

Depois de algum tempo sem postar algo relevante aqui no site, volto com uma novidade que tirou o sono de muita gente. Pelo menos tirou o sono dos concorrentes do grupo Tron Informática, empresa que desenvolve sistemas para gestão contábil e gestão de telefonia, com forte atuação em várias regiões do Brasil.
Aproveitando o forte e acelerado crescimento do Twitter, serviço de microblogging onde você se comunica com o máximo de 140 caracteres, a Tron buscou um diferencial em sua comunicação.
Além de pioneira no segmento, a ideia é digna da famosa indagação: “por que eu não pensei nisso antes?”. Desde o dia 19 de junho, todas as postagens (updates) realizadas no Twitter da Tron Informática também aparecem na tela inicial de cada sistema desenvolvido (e olha que não são poucos). Com isso, a empresa apresenta notícias, alterações de legislação, links para vídeo-aulas, notas de versão, dicas de comportamento e muito mais. As oportunidades são enormes!
Não demorou muito para que parceiros — e até concorrentes — ficassem encantados com a ideia. A essa altura, tem muito programador se matando virando para fazer alguma coisa do gênero. A implantação em si não é nenhuma coisa de outro mundo, mas o que vale mencionar aqui é a perspicácia da empresa. Uma proposta simples, porém, que gera grandes resultados e impulsiona tendências.
Os clientes agora contam com um canal de informação mais objetivo e instantâneo. Será que toda a objetividade do Twitter substitui o email corporativo? Bem, não sei. Uma coisa é certa: o “passarinho azul” veio pra ficar e quem não se adaptar a essa nova realidade vai ficar por baixo (para trás, na pior ou como você preferir).
E dá-lhe Twitter… A sociedade digital agradece!
Foto: Divulgação
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